Em 2022, Xu, uma mulher de Hangzhou, na China, vivenciou a perda devastadora de seu “amigo mais próximo”, um doberman chamado Joker, que morreu vítima de um câncer no pescoço. O cão havia sido parte da vida da chinesa por mais de uma década, acompanhando-a em momentos importantes, como a transição de seus estudos para sua carreira profissional.
“Ele testemunhou uma década da minha vida, dos meus estudos à minha carreira”, contou Xu ao South China Morning Post.
A morte de Joker afetou profundamente Xu, que passou a sofrer de insônia e a enfrentar problemas de saúde, como o enfraquecimento do sistema imunológico, resultando em doenças frequentes. Desesperada para lidar com a perda, Xu já havia se informado sobre empresas especializadas em clonagem de animais enquanto Joker ainda estava vivo. Após a morte do cão, ela decidiu seguir com o plano e investiu cerca de R$ 125 mil para clonar o seu fiel amigo.
O processo começou com a coleta de uma amostra de pele de Joker, que, em 2024, resultou no nascimento de um filhote que recebeu o nome de Little Joker. De acordo com Xu, o novo doberman se assemelha ao original de maneira impressionante, não apenas na aparência – incluindo uma mancha característica perto do focinho –, como também no comportamento e nas preferências, como o hábito de roubar meias.

Segundo Xu, o pequeno adora roubar meias, bebe água da mesma forma e tem a mesma personalidade obediente e gentil de seu antigo pet. A chinesa também observou que Little Joker até carrega a coleira de Joker durante seus passeios.
Apesar das semelhanças, Xu tenta evitar ver Little Joker como um “substituto” de seu antigo amigo. “Ele é uma vida completa e independente”, disse. Para a chinesa, o filhote não é apenas uma réplica, mas uma “nova jornada” de companheirismo e amor.